sexta-feira, maio 27, 2011

Involuntariedade

O problema é que eu sempre acabo esperando das pessoas, mais do que aquilo que elas, de fato, podem ou estão dispostas a oferecer.
Não é uma questão de interesse... é um ato involuntário de confiança.

Talvez seja algo assim, como fruto da minha carência pessoal, resultado da necessidade de agradar à todos, em quaisquer momentos.
Um ato errôneo eu sei, mas ainda assim, um arquétipo de nascença.




beijo.outro.tchau

sábado, maio 21, 2011

Oração

por A Banda Mais Bonita da Cidade

 

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beijo.outro.tchau

quinta-feira, maio 19, 2011

Imprecisão

Meu estado de espírito tem sido um mistério a mim mesmo.
Pouco tenho conseguido compreender os motivos das pessoas e muito menos me fazer ser compreendido.
Estive confiante por um tempo... fazendo planos, traçando metas, imaginando o que seria, ou o que teria sido dali pra frente. Hoje, tenho me limitado a viver o dia - ou a sobreviver a este.

E pelo amor de Deus, não me pergunte "quais as novidades"...
Na boa? Não tem, e sei lá... o que é novo pra você, pode ser old pra mim e vice-versa.
Motivação é um fator interno, intrínseco, tá... mas custa, as pessoas, as situações ou quem sabe Murphy colaborar?

Se eu fiz investimento a curto prazo e com retorno garantido?
Sim, comprei um conjunto novo de roupa de cama...
Se tem um lugar que tem me confortado, esse lugar é, sem sobra de dúvidas, a minha cama.





beijo.outro.tchau

sábado, maio 14, 2011

Há um tempo em que...

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas,
que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos,
que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado,
para sempre, à margem de nós mesmos.
 
 
Fernando Pessoa
 
 
 
 
beijo.outro.tchau

domingo, maio 08, 2011

Louder than words

O incrível, é que depois de tanto tempo, grande parte dos efeitos colaterais nem provocam aquele incômodo.
Já fizeram sim, muito mal. Mas agora, nem mesmo fazem diferença.
Muita coisa, eu devo à própria situação, se é que se pode chamar assim...
Costumam dizer que é vivendo que se erra e é errando que se aprende... e olha, a certeza é de que um dia a gente aprende... mesmo que demore, esse dia sempre chega.



"O importante não é o que fazemos de nós, mas o que nós fazemos daquilo que fazem de nós."



Logo comigo, que há tempos atrás, nunca imaginava que uma frase faria tanto sentido hoje.





beijo.outro.tchau

terça-feira, maio 03, 2011

Sensações

E não adianta... aquele repertório enjoativo sempre vem à tona.
Pra ser sincero, eu já tô bem cansado disso tudo.
E pra ser mais sincero ainda, eu tô com saudade de mim, que dos outros... já deu!

Não sei exatamente em qual parte do processo eu fui perdendo peças... como um quebra-cabeças, que ao longo da sua utilidade fica sujeito à perda de componentes que completam a "obra".
Não me recordo exatamente o momento em que passei a me preocupar mais com o que os outros pensam, acham, deduzem e opinam, do que aquilo que realmente importa pra mim.
Não tenho noção do quanto e desde quando isso têm tido influência sobre mim.
Já perdi a conta do tempo que tenho passado, esperando que algum acontecimento extraordinário venha alterar drasticamente o resultado final...
E definitivamente, a janela não é um dos melhores lugares para se adquirir perspectiva de novos ambientes ou situações externas. Eu já não sei contar as vezes que permaneci observando, enquanto a porta esteve aberta e eu (na janela) nem me propus a sair - Infelizmente.



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"Agora eu sou um vento, só a escuridão
Eu virei pó, fotografia, sou lembrança do passado" (...)




beijo.outro.tchau